VEJA FOTOS DE CAROL TEIXEIRA E PIETRA PRÍNCIPE NUAS NA VIP

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A repórter-delícia da revista Vip, Carol Teixeira, bateu um papo aberto com Pietra Príncipe, apresentadora do programa Papo Calcinha, do Multishow, sobre aquilo que realmente importa: sexo. De quebra, as duas posaram nuas no Rio de Janeiro

Carol – Hoje todos falam muito sobre sexo, vivemos uma certa ditadura da sacanagem na qual todo mundo parece ter obrigação de ser muito aberto e falar que faz de tudo. Mas a gente sabe que na realidade não é bem assim. O que você acha que ainda é tabu para as mulheres?

Pietra – O tabu é não aceitar não ser perfeita, é não aceitar não gozar sempre, não estar sempre vestida tipo uma diva pornô, não estar sempre a fm.

Carol – Parece que a gente sempre tem que estar correspondendo ao imaginário masculino, linda, arrasando, de cinta-liga…

Pietra – É porque parece que para a gente é só abrir a perna, né? Homem tem que ficar excitado, mas mulher tem apenas que abrir a perna. Desculpa, meu amigo, eu também preciso estar excitada, eu preciso estar com vontade, focada naquilo.

Carol – Um tabu é ter hímen. Não pode mais ser virgem.

Pietra – Não pode. Na verdade, você não pode nada. Se você dá, você é piranha; se não dá, não está dentro do mundo.

Carol – São mensagens duplas que a sociedade manda o tempo todo. “Seja vadia mas não tanto.” “Fale de sexo, mas não exagere, para não assustar.” E assim vai indo.

Pietra – Essa coisa de ser uma dama na sala e uma p. na cama está ultrapassada. Sou uma mulher educadíssima, sei usar todos os talheres, mas às vezes dá vontade de lamber meu dedo.

Carol – E mesmo as mulheres supersexualizadas às vezes não estão a fim de ser “sex goddess” todo dia…

Pietra – Às vezes, estou cansada, quero dormir, cheguei cansada do trabalho… Não é porque você é uma mulher independente, adulta e sensual que você não pode não querer transar.

Pietra – Outro preconceito é você conhecer um cara na noite, curtir ele e dar. Qual o problema? Depende do limite de cada mulher. Eu me sinto totalmente confortável para fazer sexo casual. Tem gente que não se sente, e eu respeito. De transas casuais já saíram namoros.

Carol – De um sexo casual meu saiu casamento! Dei de primeira e casei. [Risos.]

Pietra – Homem ainda questionar isso é um absurdo. Eles ficam muitas vezes noiados, pensando: “Transei com ela de primeira, então ela faz isso com todo mundo”. Para começar, isso não importa. E obviamente não é regra. Mas, se ele questionar muito, já não quero mais ficar com ele. Até ajuda a selecionar.

Carol – E também precisamos ser verdadeiras com nós mesmas. Às vezes rola e às vezes não a vontade de dar de primeira. Às vezes é legal sentir o papo antes, sentir o cara, deixar o sexo para um próximo encontro… Ou então ele pode ser urgente na mesma hora.

Pietra – Não existe regra. Um cara que se preocupa com isso não me interessa.

Carol – Também existem mulheres que acham que têm que dar e fazer horrores para ficar na frente das outras.

Pietra – Num caso ou outro acaba sendo um jogo sujo. Sexo não é mercadoria de troca. É uma troca de desejo. Senão fca estranho: “Vou roubar no jogo e vou dar agora para o cara se interessar, ou não vou dar porque ele vai achar que sou piranha, vou esperar três meses”. O desejo real passa a ser coadjuvante.

Carol – Nesses dois casos rola o sexo sem prazer total, porque não existe verdade. A mulher pode estar complexada (por estar dando “cedo demais” ou porque precisa arrasar). Tantas implicações morais e pesos em uma coisa que é tão fisiológica, tão animal, como sexo. A pessoa perde o prazer. Lembro da minha matéria sobre massagem tântrica na VIP. As pessoas falavam muito de focar no sensorial e desfocar nas expectativas e preo cupações com expectativas alheias.

Pietra – As pessoas não dão mais valor para coisas simples e incríveis como beijo na boca. Beijo na boca é a coisa mais erótica que existe e é muito íntimo, tanto que prostituta não beija, né?

SEXO ANAL

Carol – E sexo anal? Acho que ainda é tabu para a mulher.

Pietra – Acho que ainda é pelo fato de ela fazer para agradar, que é uma tristeza. Ela deve fazer para se agradar, porque realmente pode ser muito prazeroso. Para mim, pelo menos, é.

Carol – Quando benfeito, certamente é. Mas tudo bem não gostar. As pessoas não precisam fazer tudo.
Pietra – Esse é outro sinal de uma boa intimidade consigo mesma e com o cara com quem você está: para você não ter vergonha daquilo, para você querer lidar com aquela dor misturada com prazer, brincar com uma coisa passiva, de ser dominada. Eu acredito que eu seja mais passiva na cama (o que não quer dizer parada) muito por causa de uma exaustão por ter que ser supermulher o tempo todo. O que não quer dizer que eu não esteja levando a pessoa a fazer determinadas coisas que eu queira. Estou sendo ativa de outra forma, manipuladora.

Carol – É muito feminino essa coisa de ser manipuladora. A gente manipula até no sexo. [Risos.]

Pietra – A gente manipula e deixa todo mundo feliz. [Risos.]

Carol – Eu sinto também essa coisa que você falou, na cama curto ser um pouquinho submissa às vezes ou brincar com símbolos de submissão, justamente por me sentir com muito poder como mulher na vida fora da cama. Acho que por a gente ter essa coisa mais sexualizada e ser independente, é bom brincar de ser dominada. Acho que isso rola com muitas mulheres que têm na vida essa atitude mais ativa, afirmativa, poderosa de certa forma. Na cama curtem um homem que toma as rédeas.

Pietra – Essa coisa de poder é relativa. Acho que há posições sexuais em que parece que estamos submissas, mas estamos no poder. De quatro, por exemplo. O homem fca tão louco, a gente tem muito poder ali.

Carol – Quem detém o desejo do outro está no poder.

FANTASIAS

Pietra – O mais legal é você despir o desejo do outro, descobrir o que ele curte, o que excita, o que deixa a mulher excitada.

Carol – Também acho. Buscar a verdade sexual de cada um é a coisa mais estimulante. Gosto muito de transar com homens que têm essa abertura, mas, de novo, de forma verdadeira. Quanto mais verdadeira a fantasia, seja ela louca ou mais padrão, mais excitante acaba sendo.

Pietra – Você se expor para o outro dá muito tesão. Fora da cama, tipo num bar, bebendo, é um bom momento para isso.

Carol – E na cama não deveria ser um problema para o homem ouvir coisas do tipo “faz de um jeito” ou “faz de outro”. Isso só vai levar o cara a satisfazer mais a mulher. Poder falar o que quer não devia ser tão tabu. Principalmente quando se refere a fantasias e desejos nem sempre óbvios.

Pietra – E fantasia não precisa ser sempre a mulher vestida de empregada ou fazer um ménage. Fantasia pode ser, sei lá, transar num sábado de manhã com calma. A maior fantasia é a realidade, sem Photoshop. Às vezes, num sábado de tarde rola o melhor sexo possível. Transa, sai da cama, come alguma coisa, volta, ri de alguma coisa… Simples assim.




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